Ergon amplia linha de produtos para tratamento de Águas e efluentes
A Ergon, empresa paulistana que atua no segmento de tratamento de efluentes, está
incrementando seu portfólio de produtos. “A competitividade depende de inovação”, afirma Roberto Rozsa, diretor da Ergon.
A empresa dispõe de estações para tratamento físico-químico de efluentes industriais, que atendem vazões de 1.000 a 10 mil L/h. Para manter o controle dos principais parâmetros da água tratada, volume de produção, funcionamento das bombas e quantidade de produtos químicos disponível, a Ergon desenvolveu um sistema de medição e supervisão remota computadorizado. “O cliente pode acompanhar via Internet todos os detalhes do tratamento e fazer mudanças que julgar necessárias”, diz. O sistema de medição é item de série em equipamentos com capacidade superior a 5 m³/h, mas pode ser adquirido separadamente. “Podemos inseri-lo em estações de tratamento já existentes, garante.
Outro destaque são os sistemas de tratamento biológico para esgoto sanitário usando microorganismos vivos, com potencial de tratar volumes gerados desde uma residência com 5 pessoas até módulos individuais para 250 pessoas cada. “A vantagem é que sistemas biológicos também podem ser usados como complemento do tratamento físico-químico”, observa.
Até o momento, a Ergon esteve focada em estações para tratamento físico-químico de efluentes industriais. Hoje são 10 estações instaladas no estado de São Paulo,
principalmente em lavanderias e indústrias.
Segundo Roberto, o “coração” dessas estações é o reciclador, responsável pelo controle automático da dosagem de produtos químicos. “O reciclador adapta a dosagem às mais variadas alterações do efluente automaticamente, como mudança de cor, por exemplo”, e explica que esse equipamento realiza funções de coleta e mistura de formulações químicas com a água, deixando o efluente pronto para reúso por meio de uma rápida decantação. “A eficiência chega a 90%”, garante.
A solução completa da Ergon para tratamento de efluentes contempla também os flocodecantadores, produzidos em módulos de 0,5 a 10 m³/h e que podem ser associados em paralelo. “Após passar pelo reciclador, o efluente é conduzido aos decantadores, onde a água é separada dos materiais sólidos por aglutinação”, explica. Essa água desce por gravidade e a sobra da etapa de decantação pode ser desidratada num leito de secagem ou em filtros-prensa (em estações com capacidade superior a 10 m³/h). A empresa também dispõe de filtros compactos.
Clientes interessados em testar a eficácia do tratamento podem optar pela instalação provisória de uma estação piloto da Ergon, com capacidade de tratar até 800 L/h de efluente. “Os principais componentes do sistema estão embutidos em uma única peça, facilitando a instalação”, diz.
A entrega e montagem de todos os componentes da estação – bombas, sensores, bombas dosadoras, sistemas de controle de nível, etc., levam 30 dias em média. A Ergon assume essa responsabilidade e fornece um ano de garantia. De acordo com Roberto, o custo da estação de tratamento varia conforme o tipo de efluente e sua destinação. Há duas formas de aquisição. O cliente pode comprar o sistema ou a Ergon o instala gratuitamente e amortiza a dívida cobrando pelo metro cúbico tratado. “A modularidade do sistema permite ampliá-lo ou mudá-lo de local a qualquer momento”, finaliza.
Fundada em 2005 e tendo como atividade principal, fornecer soluções para tratamento de água, efluentes industriais e efluentes sanitários, e que atendam a legislação vigente. Neste período, foram desenvolvidos projetos e soluções em diversos segmentos de mercado, nos setores têxtil, lavanderias, indústrias químicas, metalúrgicas e papel e celulose.
